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“O foco é ser campeão, não buscar marcos históricos”, diz Machado, Técnico da B4

Uma das equipes mais tradicionais do cenário nacional de Free Fire. Sempre considerada como uma das grandes favoritas aos títulos que disputa. E na sexta temporada, os Bastardos vêm fazendo jus às expectativas, liderando a competição e estabelecendo recordes. Conversamos com Machado, técnico por trás da trajetória de sucesso da B4 e um dos grandes […]

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Por Garena Brasil

22/09/2021 - 16h46

Uma das equipes mais tradicionais do cenário nacional de Free Fire. Sempre considerada como uma das grandes favoritas aos títulos que disputa. E na sexta temporada, os Bastardos vêm fazendo jus às expectativas, liderando a competição e estabelecendo recordes. Conversamos com Machado, técnico por trás da trajetória de sucesso da B4 e um dos grandes responsáveis pelo desempenho que vem garantindo o topo da tabela.


Antes de mais nada, precisamos falar sobre o recorde estabelecido pela B4. Os quatro Booyahs! conquistados no dia 12 de setembro, nas disputas válidas pela sexta rodada da LBFF 6, é um feito único e que escreve o nome da equipe na história da competição. Machado não desmerece o feito, mas deixa claro que quer entrar pra história de uma forma um pouco diferente:

B4 Machado: Foi gratificante. Principalmente pra mim, que trabalho desde a LBFF1, e nunca presenciei o marco de tantos Booyahs! em uma rodada. Mas o foco é ser campeão, não buscar marcos históricos durante a fase classificatória.

O caminho para o título não é nada fácil, ainda mais na competição que provavelmente é a mais equilibrada do mundo. Mas a B4 vem mostrando todo seu potencial e, atualmente, é a segunda equipe com o maior número de abates (142), atrás apenas da LOUD. Segundo Machado, o segredo é a inteligência da equipe na hora de escolher as trocações:

B4 Machado: Nós temos um dos maiores números de abates jogando com inteligência. Somos agressivos somente nos momentos necessários e treinando muito isso no dia a dia.

“O foco é ser campeão, não buscar marcos históricos durante a fase classificatória.”

Machado, coach da B4

Um dos diferenciais é o trabalho a longo prazo, o que pode ser abordado em várias frentes. Free Fire sofre muitas variações em seu meta, e o que funciona em um split nem sempre funciona no outro. Além disso, a B4 surpreendeu entre a quarta e quinta temporada com a contratação da dupla Ruan e Lobato, que vinham apresentando bons resultados no Santos. Ruan foi eleito o MVP da LBFF 4 e dispensa apresentações, já Lobato é um capitão de ofício que vem em constante evolução. Os resultados não vieram imediatamente – os Bastardos conseguiram apenas a sexta colocação na Grande Final da LBFF 5. Ainda assim, Machado teve a confiança da organização e de seus jogadores para implementar um trabalho duradouro, algo vital para a campanha atual.

B4 Machado: Contratamos um capitão – algo que faltava no time – que vem evoluindo em todos os splits que está jogando e está sempre bem no ranking de abates, que é o Lobato. E contratamos o MVP da LBFF, Ruan, que também vem evoluindo muito. Ambos jogavam juntos há um tempo, então já havia entrosamento. Adaptamos meu trabalho junto ao deles e começamos a evoluir mais ainda. Sobre o meta, no split passado foi muito difícil a adaptação. Porém, estamos trabalhando desde lá pra “abraçar” nossos pontos fortes e isso tem sido um diferencial na evolução.

Yago, Ruan e Lobato, da B4 – Fotos: Bruno Alvares & Jéssica Liar

Com um elenco recheado de estrelas, a notícia da saída de R7 para o Bonde, nova equipe de Level Up, foi sentida na organização e trouxe a seguinte dúvida: quem poderia substituir um dos grandes nomes da B4? Prozin, um dos responsáveis pela classificação da AmazonCripz para a Série A, entrou na mira dos Bastardos e se juntou ao time para tentar fazer história.

B4 Machado: R7 é um dos melhores granadeiros e jogadores com arma AR que conheço, e com certeza não queríamos perdê-lo. Não sei falar muito sobre o impacto que isso causou, porque o time se adaptou rápido com outra peça importante que chegou: Prozin é um jogador que vem em evolução em todos os campeonatos que jogou, desde os primeiros splits das séries B e também nos campeonatos amadores da época. A chegada dele na Série A e no nosso elenco foi importante por ser um jogador calmo e muito bom em sua função. Ele já tinha elementos de um jogador de alto nível há um bom tempo, e agora está aí pra se desenvolver e provar – confiamos muito no potencial dele.

Prozin, contratação da B4 para a LBFF 6 – Fotos: Bruno Alvares & Jéssica Liar

Mas nem só de grandes contratações vive uma equipe na Liga Brasileira. A base é fundamental não só para os times, mas para o crescimento do cenário. A B4 apostou em dois jogadores que já vinham trabalhando com o elenco e que se adaptaram perfeitamente, João e Lapa.

B4 Machado: Eles (João e Lapa) são jogadores que trabalham há muito tempo em um time de base que a B4 tinha. Assim, eles já jogavam às vezes com os jogadores e também já trabalhavam comigo, e foi mais fácil adaptar no elenco. Porém, ainda temos muito trabalho pela frente.


Ainda é cedo para dizer se a B4 finalmente levantará um troféu da LBFF, mas a equipe demonstra estar no caminho certo para a conquista. Os Bastardos lideram a competição com 333 pontos, 15 a mais que a LOUD, que vem forte na vice-liderança.

Para conferir se o elenco comandado por Machado irá manter o alto nível, fique ligado nas próximas rodadas da LBFF 6, com transmissões simultâneas no YouTubeBOOYAH e também no Facebook. Confira também o Boletim do último final de semana da Série A da LBFF 6.

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