“Ainda não perdemos as esperanças” – Natividade da Miners

Sorriso no rosto, sonho no coração. Conversamos com Natividade sobre o desempenho da Miners, as expectativas e as chances na temporada

O desempenho da Miners nesta primeira metade de LBFF 7 é mais do que preocupante: são apenas 254 pontos em uma temporada pra lá de anormal, em que o primeiro Booyah foi conquistado apenas na quarta semana e a equipe só supera o Real e-Sports em número de abates e a Liberty em pontos por colocação. De fato, a lanterna isolada não condiz com um dos elencos mais experientes do cenário nacional, um elenco formado por jogadores que sempre se destacaram por onde passaram. Mas a esperança se mantém viva nas palavras e nos olhos do sempre sorridente Natividade. Conversamos com um dos líderes da equipe para entender um pouco mais sobre o desempenho dramático da Netshoes Miners.


O que está acontecendo? – essa tem sido a pergunta mais marcante da temporada da Miners: Nosso começo foi ruim muito por causa das calls. Nossas calls são péssimas e nossas rotações estavam atrasadas. Isso fazia a gente morrer muito cedo com o dano dos gás e tomando tiro ao mesmo tempo“, explica Natividade.

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Natividade, da Miners, na sétima temporada da LBFF – Imagem: Fotos: Cesar Galeão

Porém, na última semana de competição a equipe finalmente desencantou e garantiu logo uma dobradinha e seu melhor desempenho em uma única rodada, com 50 pontos somados. Uma chama de esperança se acendeu no coração dos torcedores. Afinal, chegou a hora da reação? “Nosso último fim de semana foi muito bom, com os dois Booyahs. Isso deixou claro que precisamos mudar nosso estilo de jogo – adotar um estilo menos atrasado ajudou muito a gente, conta o jogador de 23 anos. A esperança ainda vive em Patrick, que ousa sonhar alto: “A gente quer muito sair do rebaixamento, esse é o primeiro passo. Mas ainda não perdemos a esperança. Nós queremos ficar no top 12, porque ficar de fora de uma final seria frustrante – não quero nem imaginar isso. Mas nosso objetivo é chegar na final e quem sabe ser campeão. Já pensou a surpresa? Ia ser massa”, comenta.

Se por um lado o elenco com vasta experiência vem passando por maus momentos na LBFF, por outro os elencos com novas promessas vêm se destacando, como é o caso de Magic Squad e BD Vasco. “Os estreantes querem muito mostrar seu trabalho. Não dá pra duvidar de ninguém; quem for melhor na hora vai definir”. Avalia Nativa. Além disso, é comum imaginar que um elenco recheado de estrelas pode sofrer com alguns “preciosismos”. Essa questão fica ainda mais em pauta quando o elenco não consegue bons desempenhos, caso da Miners. Mas Natividade deixa claro que esse nunca foi o problema da equipe: Entre nós não tem esse negócio de estrelas, de preciosismos. A gente se trata igual. Independente de expectativas ou de quaisquer outras coisas, acho que todos são iguais: somos jogadores e temos que nos ver da mesma forma.”

Nativa e Miners chegaram como um dos favoritos para a temporada, mas agora precisam de um pequeno milagre, de uma segunda metade de temporada brilhante para sonhar com um inesperado título ou, quem sabe, representar o Brasil no mundial. Esse é o sonho do craque, que já está à frente da equipe pela terceira temporada consecutiva. Se a Miners perdeu o posto de favorito, Patrick aponta duas equipes que lutam por um inédito bicampeonato: “Acho que Fluxo, pela qualidade técnica, e B4 por causa das calls que são muito boas e os meninos jogam muito.

Na lanterna ou não, na final ou não, a torcida permanece ali, sempre ao lado. Nativa tem um recado especial para eles e para encerrar a conversa: Queria agradecer a todos que torcem pela gente e que, em toda rodada, deixam mensagem de apoio. Quero dizer que vou estar sempre lutando, sempre dando o melhor de mim para que eu possa entregar bons resultados.”


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