LOUD é favorita no Play-In da FFWS 2021? Batman, Folha, Koga e Narito opinam

Especialistas expuseram as chances do time brasileiro e apontaram adversários que podem dar trabalho a LOUD no Play-In da FFWS 2021.

O Free Fire World Series (FFWS) 2021, primeiro Mundial de Frifas do ano, acontecerá entre os dias 28 e 30 de maio, em Singapura. No dia 28, a competição começa com o Play-In, a etapa classificatória que garantirá três times na Final, a etapa principal. A LOUD, vice-campeã da LBFF 4, representa o Brasil nas classificatórias, e nós convidamos três especialistas para falar sobre as chances do time brasileiro na disputa.

Ex-Intrépido exalta Europa e Rússia

Batman, ex-técnico da INTZ, acredita que a LOUD é favorita na corrida por uma das vagas, mas aponta a europeia VaiXourar e a russa Singularity.Invincible como dois adversários complicados para os brasileiros. 

Na minha opinião, o cenário brasileiro é o mais forte do mundo, e por isso a LOUD é favorita a levar uma das vagas. No entanto, alguns adversários serão complicados de lidar. Acredito que VaiXourar e Singularity.Invincible sejam os mais fortes das classificatórias e a LOUD vai precisar ficar esperta. A VaiXourar é extremamente agressiva e tem um jogador brasileiro que conhece muito bem o nosso cenário. Já a Singularity.Invincible fizeram uma campanha expressiva no regional e os russos foram vices no último Mundial”, disse Batman.

Folha concorda com ex-técnico da INTZ e levanta bola para Indonésia

Analista da Liga Brasileira de Free Fire, Folha também citou VaiXourar e Singularity.Invincible como adversários complicados, além da First Raiders, vice-campeã da Indonésia Masters. Folha ainda destacou pontos importantes que fazem da LOUD um time completo e pronto para garantir a classificação para o evento principal do FFWS 2021. 

O Brasil está muito bem representado. A LOUD é um time muito forte e equilibrado, logo, favorito a garantir uma das vagas na próxima fase. Will, ViniZx e Kroonos levaram para Singapura a experiência de já terem disputado um Mundial. Ao lado deles, Cauan, jogador com maior média de abates da LBFF, e o menino Noda, que vive seu melhor momento desde que entrou na LOUD. Bala e estratégia não faltam para os brasileiros, mas tem uma galera lá fora determinada a não deixar ninguém “fazer o L”.

Alguns merecem um pouco mais de atenção, como a Singularity.Invincible, que eliminou a Sbornaya_ChR no campeonato russo. A First Raiders também pode dar trabalho, é impressionante como a Indonésia continua mandando bons times de Free Fire para o Mundial, é como se fossem o Brasil da Ásia. Os “gajos” da VaiXourar, o time português, também se classificou muito bem no campeonato europeu, é um adversário forte e ainda tem um brasileiro na equipe, o que pode até atrair uma segunda torcida do nosso público, vamos ver!”, analisou Folha.

Jornalista acredita que Brasil passa fácil e prevê dificuldades com Indonésia na Final

Koga, jornalista de Free Fire do Mais Esports e apresentador do Canal Safe, não acha que a LOUD terá dificuldades de passar das classificatórias, e se adiantou apontando qual adversário deve ser uma pedra no sapato dos brasileiros na Final. 

Não acho que a LOUD vai ter problemas para passar pelo Play-In, até porque ficou “mais fácil” com menos times e mais uma vaga em jogo. Mas chegando a Final, tanto a LOUD, quanto o Fluxo, precisarão tomar cuidado com a EVOS, da Indonésia. São fortes concorrentes na disputa pelo título e até podem, quem sabe, ganhar o Mundial”, avaliou Koga.

Editor da Liquipedia vê favoritismo na LOUD, mas enxerga todos os times com chances reais de classificação

Romario “Narito“, Editor de Free Fire da Liquipedia, está ligado em todas as competições que acontecem no cenário brasileiro e ao redor do mundo. Além de destacar o time russo, ele também falou sobre a AAA, da Tailândia, e alertou sobre o alto nível da competição.

A LOUD é incontestavelmente a grande favorita. Não só pelo fato de ser do Brasil, atual região campeã mundial, mas pelo histórico da equipe, que já participou de um Mundial e tem três jogadores com experiência na competição. No formato inicial, com 12 times, o favoritismo poderia prejudicar a LOUD, o time poderia ser alvo de marcação nas partidas. No entanto, com nove equipes em campo, ela terá mais espaço para trabalhar o mapa, além de mais chances de classificação, uma vez que aumentou o número de vagas. 

Além da LOUD, vejo Attack All Around e Singularity.Invincible, sólidas na Tailândia e na Rússia, como favoritas para levarem as duas vagas restantes. Vale destacar que a Singularity tem dois jogadores experientes em Mundial, Kadyrov e Mers, que disputaram a competição pela Sbornaya_ChR em 2019 e foram vice-campeões. 

Mas se tratando de Mundial, todas as equipes presentes podem conquistar uma dessas vagas independente de favoritismo, o que garante que teremos um nível de Free Fire muito bom para acompanhar nos dois dias de competição”, analisou Romario.


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